terça-feira, 28 de março de 2017

ESTUDO: Caminhos escolares de jovens africanos (PALOP) que acedem ao ensino superior


Teresa Seabra (coord.), Cristina Roldão, Sandra Mateus e Adriana Albuquerque
Julho de 2016 Observatório das Migrações
Alto Comissariado para as Migrações (ACM)

Observatório das Migrações
ACEDER http://www.om.acm.gov.pt ou http://www.om.acm.gov.pt/

Algumas das conclusões:
No que se refere à presença e aos percursos dos jovens de origem africana no sistema educativo português, destacam-se 3 resultados: 
i) existem desigualdades importantes no acesso ao ensino superior entre afrodescendentes e os pares de origem portuguesa, desigualdade agravada na última década;
 ii) houve um retrocesso nas taxas de acesso ao ensino superior por parte dos afrodescendentes 
iii) há evidências de um forte encaminhamento destes jovens para as vias profissionalizantes logo no ensino básico, mas sobretudo no ensino secundário, onde abrange a esmagadora maioria dos alunos de nacionalidade PALOP.

Despacho n.º 152/2017

REGIÃO AUTÓNOMA da MADEIRA _ SECRETARIA REGIONAL de EDUCAÇÃO
Despacho n.º 152/2017  - Joram; II Série de 23 de março de 2017 - Procede à alteração do Despacho n.º 110/2016, de 21 de março, que aprovou a estrutura flexível da Direção Regional de Educação, abreviadamente designada DRE, e estabeleceu as respetivas competências.
Artigo 10.º Divisão de Acompanhamento Educativo Especializado 
CONTINUAR a LER: http://www.gov-madeira.pt/

Portaria n.º 81/2017

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA - SECRETARIA REGIONAL de EDUCAÇÃO
Portaria n.º 81/2017   -  Joram, nº 52 de 20 de março de 2017 -  Altera a Portaria n.º 90/2016, de 3 de março, que aprovou a estrutura nuclear da Direção Regional de Educação e definiu as atribuições e competências das respetivas unidades orgânica.

Artigo 8.º Direção de Serviços de Apoios Técnicos Especializados 
2 - São atribuições da DSATE, designadamente: 
a) Definir as orientações gerais de organização dos serviços de psicologia e orientação escolar e vocacional, serviço social, psicomotricidade, diagnóstico, terapêutica, acessibilidade e ajudas técnicas; 

Oferta de Emprego: PSICÓLOGOS/AS


PO CH apoia o reforço dos Serviços de Psicologia e Orientação
​Aberto período para candidaturas que visam o apoio à integração de mais 200 psicólogos nas escolas das regiões Norte, Centro e Alentejo, com uma dotação de Fundo Social Europeu de 10 milhões de euros.
No âmbito da Prioridade de Investimento para a redução do abandono escolar precoce e a promoção da igualdade de acesso à educação pré-escolar, ensino básico e secundário de boa qualidade, está aberto convite  para a apresentação de candidaturas para o desenvolvimento de Serviços de Psicologia e Orientação em meio escolar.
SABER mais: https://www.poch.portugal2020.pt

segunda-feira, 27 de março de 2017

conferência da LLLPlatform: “Education in a Digital World - Reducing Inequalities through Lifelong Learning”


A conferência da LLLPlatform que congrega 40 organizações europeias nas áreas da educação, formação e juventude terá este ano como tema “Education in a Digital World - Reducing Inequalities through Lifelong Learning” e decorrerá na Universidade de Talin, Estónia, nos dias 31 de maio e 1 de junho de 2017.

Este evento conta com o apoio da presidência maltesa da União Europeia e pretende abordar como pode a aprendizagem ao longo da vida assegurar o acesso universal à educação digital a fim de permitir que, através de percursos flexíveis e pensamento inovador, todos se adaptem a desenvolvimentos ainda desconhecidos.

A inscrição é feita através do portal: http://lllplatform.eu/events/


XIV CONGRESSO INTERNACIONAL GALEGO-PORTUGUÊS DE PSICOPEDAGOGIA



6, 7 e 8  de Set. de 2017
Universidade do Minho

sexta-feira, 24 de março de 2017

Recursos Educativos Digitais Sobre Educação Rodoviária


(PORTAL JÚNIOR SEGURO)

Retirado de: http://www.dge.mec.pt

Pascal Paulus: diferenciação pedagógica



WEBIN@R da DGE
Diferenciar é distinguir a diferença. Entende-se conscientemente que um grupo de pessoas, também em contexto escolar, é sempre heterogéneo. A organização faz-se em função desta heterogeneidade desenvolvendo a diferenciação pedagógica.

Abordamos a diferenciação pedagógica em mono- e pluridocência nos vários ciclos de ensino, incluindo no ensino superior. Percorremos a planificação cooperada, o trabalho a pares, a pesquisa diferenciada, o trabalho em equipa, as comunicações no grupo e os instrumentos de avaliação.
É feita a distinção entre diferenciação pedagógica e diversificação curricular, relacionando a diferenciação pedagógica com o currículo e o conhecimento na educação básica e na educação de adultos. Destaca-se o isomorfismo no projeto de aprendizagem em todos os contextos de educação e formação.
Convidado o Doutor Pascal Paulus, cocriador de uma escola assente na pedagogia institucional gerida por pais e professores (Leuven), e membro do Movimento da Escola Moderna (MEM), onde integra grupos de trabalho com docentes do pré-escolar e do ensino básico

Workshop sobre castigos, mentiras e saber dizer não


A psicóloga Carmo Aragão vai realizar um seminário a 1 de Abril, dia em que é tradicional os mais pequenos (e não só) “inventarem” mentiras, no qual abordará castigos, regras, limites e a necessidade dos educadores saberem dizer não.
O seminário será dividido em duas partes: a parte da manhã é vocacionada para as crianças, com várias actividades (teatro, histórias, etc) pela Flow.
No período da tarde, a psicóloga fará a palestra para os participantes (encarregados de educação, professores e educadores de infância e público em geral). o evento conta a participação da equipa da Flow, da turma de Multimédia da Escola da APEL e da formadora Paula Lourenço. A palestra realiza-se no Hotel Meliâ Madeira Mare, no FUNCHAL. Crianças dos 3 aos 12 anos participam gratuitamente. Pais, educadores de infância, professores e público em geral pagam 10 euros.
Fonte: Funchal Notícias

quinta-feira, 23 de março de 2017

O que vai mudar nas escolas no próximo ano lectivo?


Artigo de Clara Viana que saiu no Publico a 22 de março de 17, com o título “ Currículos: o que vai mudar nas escolas?", que resultou de um encontro realizado ontem, entre jornalistas e Ministro da Educação:

O que vai mudar nas escolas no próximo ano lectivo?
A chamada “flexibilização curricular” ou “flexibilização pedagógica” só será posta em prática, em 2017/2018, num grupo de escolas, numa espécie de projecto-piloto, que incidirá também só nos anos iniciais de ciclo (5.º, 7.º e 10.º anos). O referencial de base para esta mudança é o Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória, que esteve em discussão pública até 13 de Março. Foram recebidos 450 contributos. Este documento define um conjunto de 10 competências-chave que todos os estudantes deverão adquirir ao longo dos 12 anos de escola. Para cada disciplina serão estabelecidas quais as aprendizagens essenciais, numa espécie de metas curriculares simplificadas. Face à extensão dos programas actuais, “trata-se de identificar o que é essencial que todos os alunos aprendam”, especificou o secretário de Estado da Educação, João Costa.

O que é a “flexibilização curricular”?
Às escolas será dada, segundo o Ministério da Educação, a possibilidade de gerir até 25% da carga horária semanal por ano de escolaridade de modo a exploraram “formas diferentes de organizar os tempos escolares, possibilitando trabalho interdisciplinar, desenvolvimento de projectos, trabalho em equipas pedagógicas”, entre outros.

Vão ser criadas novas disciplinas?
No 2.º e 3.º ciclos será introduzida a área de cidadania e desenvolvimento sustentável, a ser integrada na área das Ciências Sociais e Humanas, que terá um reforço da carga horária. A área de Tecnologias de Informação e Comunicação voltará a constar da matriz curricular de todos os anos de escolaridade. Actualmente só existe no 7.º e 8.º anos. E no ensino secundário os alunos poderão escolher uma disciplina de outro curso. Caso exista horário e oferta disponível, um aluno de Ciências e Tecnologias pode inscrever-se numa disciplina de Línguas e Humanidades.

Os estudantes do ensino profissional poderão também substituir uma das suas disciplinas por outra do ensino regular, caso necessitem de fazer o exame dessa disciplina. “Tem sido um dos pedidos mais feitos por pais e alunos, o de não existirem percurso tão estanques”, como agora, explicou ontem João Costa.
Como será feita a gestão da “flexibilização curricular”?
A decisão de como usar os 25% do tempo de ensino que lhes será entregue pertence às escolas, mas o Ministério da Educação já apresentou exemplos de como tal poderá ser feito, sendo que as escolas poderão optar por uma das soluções propostas ou por conjugar diferentes soluções. Segundo o Ministério da Educação, não está em causa uma mudança de conteúdos ou de disciplinas, mas sim uma gestão diferente do tempo de ensino.
Isto pode passar, por exemplo, por uma fusão de disciplinas em áreas disciplinares, em que dois ou mais professores “trabalham em equipa” na preparação das aulas, que podem ser dadas à vez por cada um ou em conjunto. Por exemplo: em vez de trabalhar de forma separada as disciplinas de Físico-Química e Ciências Naturais, juntá-las com a carga horária equivalente à soma das duas.
Pode-se optar também pela alternância entre tempos de estudos tradicionais e semanas em que toda a escola trabalha em conjunto, numa perspectiva multidisciplinar, um só tema. Por exemplo, “a Europa” ou “a crise dos refugiados”. Esta é uma experiência que está a ser seguida na Finlândia.
Entre outros cenários apresentados existe também a possibilidade de pelo menos algumas disciplinas passarem a ter uma lógica trimestral (no fundo, a uma por período) ou semestral em vez de anual, o que se fará através de um reforço da sua carga horária semanal. Por exemplo, imagine-se duas turmas: a turma A tem História apenas no primeiro semestre, mas com uma carga lectiva idêntica à que teria se a disciplina fosse leccionada no ano inteiro, enquanto a turma B tem Geografia, nas mesmas condições; no semestre seguinte, a turma B tem História e a turma A tem Geografia. Segundo o ministério, tal permitirá que os professores tenham menos turmas para leccionar em simultâneo, embora mantenham o mesmo tempo lectivo; ao mesmo tempo, os alunos ficam com menos disciplinas para estudar no mesmo período do tempo.
O que não vai mudar?
Segundo o Ministério da Educação, para os alunos, o tempo de permanência na escola será idêntico. As cargas horárias na generalidade das disciplinas ficarão iguais. Também os programas e as metas em vigor não serão alterados e não serão adoptados novos manuais escolares. Estas são as razões pelas quais o ministério tem afirmado que não está em causa uma reforma curricular.

e ler o artigo  "Temas em vez de disciplinas. Experiência avança em algumas escolas no próximo ano."em https://www.publico.pt/

O Seminário Internacional "Desenvolvimento de Carreira e Aconselhamento num Mundo Plural e Desafiador"


O Seminário Internacional "Desenvolvimento de Carreira e Aconselhamento num Mundo Plural e Desafiador" terá lugar na Escola de Psicologia da Universidade do Minho, dia 13 de julho de 2017, quinta-feira.

SABER mais: https://www.psi.uminho.pt/pt/ ; https://www.facebook.com/seminariocarreira2017/

quarta-feira, 22 de março de 2017

Plataforma "Unidos para Acabar com a MGF


É lançada esta quarta-feira (22/03) uma plataforma europeia para formar e capacitar profissionais que trabalham com mulheres e raparigas vítimas de mutilação genital feminina.
"A plataforma "Unidos para Acabar com a MGF", disponível em nove línguas em https://uefgm.org/ , visa preparar os profissionais de áreas como a saúde, proteção de crianças e jovens, apoio a refugiados, justiça, educação, comunicação social, de organizações comunitárias e da sociedade civil para saberem lidar com estas situações e preveni-las. " (Fonte: UMAR)
Disponível em 9 línguas